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Pé na tábua

15 de abril, 2019

Assumo a Presidência da CNT com muita alegria e ciente do desafio que é suceder ao Presidente Clésio Andrade, autor de uma grande obra em favor dos transportadores e do transporte no Brasil. Por outro lado, terei o conforto de receber instituições consolidadas e com ótima estrutura organizacional.

Minha gestão será marcada pelo diálogo. Reafirmo o compromisso de ouvir todas as entidades que compõem o sistema CNT, tanto as filiadas quanto as associadas. Sempre que convidado pelos representantes, irei às bases para conversar com os empresários e expor as ações e projetos da CNT.

Precisamos modernizar e fortalecer a comunicação com os transportadores, com o governo e com a sociedade. Observo que muitas das demandas que ouvi no período pré-eleições já têm resposta em programas e projetos da CNT, do SEST SENAT e do ITL. O que falta é uma comunicação efetiva, que faça os resultados e avanços alcançados chegarem ao conhecimento dos interessados.

Outro grande desafio é a defesa do sistema S. Ainda há, por parte das autoridades, uma grande incompreensão sobre o que fazemos e como operamos. Temos feito esforços para esclarecer os agentes públicos sobre a relevância e a excelência do SEST SENAT, mas há muito a ser feito para garantir o desenvolvimento e a ampliação dos serviços prestados ao setor de transporte e à sociedade brasileira.

Dentro do sistema, nossa meta é concluir as obras de Unidades Operacionais do SEST SENAT já iniciadas; construir as demais autorizadas e, havendo recursos, instalar novas unidades, sempre utilizando critérios técnicos.

Queremos estreitar o diálogo com o governo federal em todas as frentes. Em relação ao planejamento público, seguiremos alertando as autoridades de que o crescimento econômico do Brasil passa, necessariamente, pela melhoria da infraestrutura de transportes.

Desde a transição, temos oferecido ao governo do presidente Jair Bolsonaro informações e projetos elaborados de forma científica, que apontam a necessidade de investimentos de R$ 1,3 trilhões para dotar o país da infraestrutura necessária à retomada do desenvolvimento sustentável. Esse volume de investimento poderá ser rapidamente alcançado por meio de Parcerias Público Privadas (PPPs). O governo só precisa elaborar bons projetos e oferecer condições claras e seguras para atrair investidores.

Por fim, quero ressaltar o compromisso de minha gestão com o processo de modernização do setor de transporte. Estamos atentos aos desafios do Século 21. Vamos garantir o acesso dos transportadores ao que há de mais moderno no mundo em termos de tecnologia e inovação em transporte. Estamos pisando fundo.

Se depender de nós, os próximos anos serão de grandes avanços e de muita prosperidade.

Vander Costa, presidente eleito para a presidência da CNT no quadriênio 2019-2023.

 

 

 

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